terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Língua inglesa

 Inglês (English) é uma língua germânica ocidental que surgiu nos reinos anglo-saxônicos da Inglaterra e se espalhou para o que viria a tornar-se o sudeste da Escócia, sob a influência do reino anglo medieval da Nortúmbria. Após séculos de extensa influência da Grã-Bretanha e do Reino Unido desde o século XVIII, através do Império Britânico, e dos Estados Unidos desde meados do século XX, o inglês tem sido amplamente disperso em todo o planeta, tornando-se a principal língua do discurso internacional e uma língua franca em muitas regiões. O idioma é amplamente aprendido como uma segunda língua e usado como língua oficial da União Europeia, das Nações Unidas e de muitos países da Commonwealth, bem como de muitas outras organizações mundiais. É o terceiro idioma mais falado em todo o mundo como primeira língua, depois do mandarim e do espanhol.


Inglês

English

Pronúncia:/ˈɪŋglɪʃ/
Falado em:(ver abaixo)
Total de falantes:Primeira língua: 360–400 milhões
Segunda língua: 199 milhões–1,4 bilhão
Total: 500 milhões
Posição:3a posição como língua nativa e 2a posição contando também os que a falam como segunda língua.
Família:Indo-europeia
 Germânica
  Germânica ocidental
   Anglo-frísia
    Ânglica
     Inglês
Escrita:Alfabeto latino
Estatuto oficial
Língua oficial de:53 países
Nações Unidas
União Europeia
Comunidade das Nações
Conselho da Europa
OTAN
NAFTA
OEA
OCI
UKUSA
Regulado por:Sem regulamentação oficial
Códigos de língua
ISO 639-1:en
ISO 639-2:eng
ISO 639-3:eng



  Países onde o inglês é a língua de facto em azul escuro
  Países onde o inglês é a língua oficial, mas não é a língua de facto


Historicamente, o inglês originou-se da fusão de línguas e dialetos, agora coletivamente denominados inglês antigo, que foram trazidos para a costa leste da Grã-Bretanha por povos germânicos (anglo-saxões) no século V, sendo a palavra english derivada do nome dos anglos e, finalmente, de sua região ancestral de Angeln (no que é agora Schleswig-Holstein). Um número significativo de palavras em inglês são construídos com base nas raízes do latim, visto que esse idioma foi, de alguma forma, a língua franca da Igreja Cristã e da vida intelectual europeia. O inglês foi mais influenciado pela língua nórdica antiga, devido a invasões viquingues nos séculos VIII e IX.


A conquista normanda da Inglaterra no século XI originou fortes empréstimos do franco-normando e as convenções de vocabulário e ortografia começaram a dar a aparência superficial de uma estreita relação do inglês com as línguas românicas, o que agora é chamado de inglês médio. A Grande Mudança Vocálica, que começou no sul da Inglaterra no século XV é um dos eventos históricos que marcam o surgimento do inglês moderno a partir do inglês médio.


Devido à assimilação das palavras de muitos outros idiomas ao longo da história moderna, o inglês contém um vocabulário muito grande. O inglês moderno não só assimilou palavras de outras línguas europeias, mas também de todo o mundo, incluindo palavras do hindi e de origens africanas. O Oxford English Dictionary lista mais de 250 000 palavras distintas no idioma, não incluindo muitos termos técnicos, científicos ou gírias.


História

Ver artigo principal: História da língua inglesa

Ver também: Língua inglesa antiga, Inglês médio e Língua inglesa moderna


O inglês é uma língua germânica ocidental que se originou a partir dos dialetos anglo-frísio e saxão antigo trazidos para a Grã-Bretanha por colonos germânicos de várias partes do que é hoje o noroeste da Alemanha, Dinamarca e Países Baixos. Até essa época, a população nativa da Bretanha Romana falava língua celta britânica junto com a influência acroletal do latim, desde a ocupação romana de 400 anos.


Uma das tribos germânicas que chegaram à Grã-Bretanha foram os anglos, que Beda acreditava terem mudado completamente a Bretanha. Os nomes england (de Engla land ou "terra dos anglos") e english (do inglês antigo englisc) são derivados do nome dessa tribo; no entanto saxões, jutos e uma variedade de povos germânicos a partir das costas da Frísia, Baixa Saxônia, Suécia e Jutlândia do Sul também se mudaram para a Grã-Bretanha nesta época.


Inicialmente, o inglês antigo era um grupo diverso de dialetos, o que reflete as origens variadas dos reinos anglo-saxões da Grã-Bretanha, mas um desses dialetos, o saxão ocidental, eventualmente passou a dominar e é neste que o poema Beowulf foi escrito.


O inglês antigo mais tarde foi transformado por duas ondas de invasões. O primeiro foi por falantes do ramo linguístico germânico setentrional, quando Haldano e Ivar, o Desossado começaram a conquista e a colonização do norte das Ilhas Britânicas, nos séculos VIII e IX (ver Danelaw). A segunda foi por falantes do normando antigo, uma língua românica, no século XI com a conquista normanda da Inglaterra. O normando desenvolveu-se para anglo-normando e depois para anglo-francês, quando introduziu uma nova gama de palavras, especialmente através dos tribunais e do governo. Além do alargamento do léxico com palavras escandinavas e normandas, estes dois eventos também simplificaram a gramática e transformaram o inglês em uma linguagem de empréstimo, mais aberta para aceitar novas palavras de outras línguas.


As mudanças linguísticas no inglês após a invasão normanda produziu o que é agora conhecido como inglês médio, sendo The Canterbury Tales, de Geoffrey Chaucer, a obra mais conhecida.


Durante todo este período o latim, de alguma forma, era a língua franca da vida intelectual europeia, em primeiro lugar o latim medieval da Igreja Cristã, mas depois o latim humanista da Renascença e aqueles que escreveram ou copiaram textos em latim comumente cunharam novos termos do idioma para se referir a coisas ou conceitos para os quais não havia nenhuma palavra nativa existente no inglês.


O inglês moderno, que inclui as obras de William Shakespearee a Bíblia King James, é geralmente datado de cerca de 1550, e quando o Reino Unido se tornou uma potência colonial, o idioma serviu como língua franca das colônias do Império Britânico. No período pós-colonial, algumas das nações recém-criadas que tinham várias línguas nativas optaram por continuar a empregar o inglês como língua franca para evitar as dificuldades políticas inerentes à promoção de qualquer língua própria acima das outras. Como resultado do crescimento do Império Britânico, o inglês foi adoptado na América do Norte, Índia, África, Austrália e em muitas outras regiões, uma tendência alargada com o surgimento dos Estados Unidos como uma superpotência em meados do século XX, nomeadamente após a Segunda Guerra Mundial.


Primeira página do manuscrito Beowulf.


Distribuição geográfica

Ver artigos principais: Anglofonia e América Anglo-Saxônica


Cerca de 375 milhões de pessoas falam inglês como sua primeira língua. O inglês hoje é provavelmente a terceira maior língua em número de falantes nativos, depois do chinês mandarim e do espanhol. No entanto, quando se combina nativos e não nativos é provavelmente a língua mais falada no mundo, embora eventualmente a segunda, ficando atrás de uma combinação dos idiomas chineses (dependendo ou não das distinções esses idiomas são classificados como "línguas" ou "dialetos").


As estimativas que incluem falantes do inglês como segunda língua variam entre 470 milhões a mais de um bilhão, dependendo de como a alfabetização ou o domínio é definido e medido. O professor de Linguística David Crystal calcula que os não-falantes já superam o número de falantes nativos em uma proporção de 3-1.


Os países com maior população de falantes nativos de Inglês são, em ordem decrescente: Estados Unidos (215 milhões), Reino Unido (61 milhões), Canadá (18,2 milhões), Austrália (15,5 milhões),Nigéria (4 milhões), Irlanda (3,8 milhões), África do Sul (3,7 milhões), e Nova Zelândia (3,6 milhões), conforme censo de 2006. Entretanto, apesar dos Estados Unidos ser o país com o maior número de nativos que falam esta língua, o inglês não é o idioma oficial do país, que não tem, em sua Constituição, a designação de um idioma oficial, ao contrário do Brasil, por exemplo, que define o português como sua língua constitucional. É possível, inclusive, que cada estado norte-americano adote a língua que quiser como a sua oficial, bastando para isso criar um artigo em sua legislação estadual.


Países como as Filipinas, Jamaica e Nigéria também têm milhões de falantes nativos de dialetos contínuos que vão do crioulo de base inglesa a versão mais padrão do inglês. Dessas nações onde o inglês é falado como segunda língua, a Índia tem o maior número de falantes (inglês indiano). Crystal afirma que, combinando os falantes nativos e não nativos, a Índia agora tem mais pessoas que falam ou entendem o inglês do que qualquer outro país do mundo.


 Estados Unidos (66%)
  Reino Unido (16.7%)
  Canadá (5.3%)
  Austrália (4.7%)
  África do Sul (1.3%)
  Irlanda (1.1%)
  Nova Zelândia (0.2%)
  Outro (4.7%)

Idioma global

O inglês deixou de ser uma "linguagem inglesa", no sentido de pertencer apenas às pessoas que são etnicamente inglesas. O uso do idioma está crescendo ao redor do mundo para a comunicação internacional. A maioria das pessoas aprendem inglês por razões práticas, em vez de ideológicas. Muitos falantes do inglês na África tornaram-se parte de uma comunidade linguística "afro-saxã" que une africanos de diferentes países.


O inglês moderno, por vezes descrito como a primeira língua franca global, também é considerado como a primeira língua mundial. O idioma é o mais usado do mundo em publicações de jornais e livros, nas telecomunicações internacionais, na publicação científica, no comércio internacional, no entretenimento de massa e na diplomacia. O inglês é, por um tratado internacional, a base para as línguas naturais controladas. Seaspeak e Airspeak são utilizadas como línguas internacionais auxiliares de navegações marítimas e da aviação. O inglês substituiu o alemão como língua dominante na pesquisa científica e atingiu paridade com o francês como uma língua diplomática após as negociações do Tratado de Versalhes em 1919.


Na época da fundação da Organização das Nações Unidas no fim da Segunda Guerra Mundial, o inglês tornou-se proeminente e é agora a principal língua em todo o mundo das relações internacionais, além de ser uma das seis línguas oficiais das Nações Unidas. Muitos outras organizações internacionais em todo o mundo organizações, como o Comitê Olímpico Internacional e a União Europeia, especificam o inglês como sua língua de trabalho ou oficial. Apesar de na maioria dos países o inglês não ser uma língua oficial, é atualmente a língua mais frequentemente ensinada como língua estrangeira.


Alfabeto inglês


Ver artigo principal: Alfabeto inglês

O inglês é escrito no alfabeto latino, sem nenhum carácter especial. Há aparentes exceções em palavras que mantém a grafia estrangeira, como naïve, Noël e fête. Os nomes das letras são os seguintes:


ABCDEFGHIJKLM
nomeabeeceedeeeefgeeaitchijaykayelem
pronúncia (IPA)/ˈeɪ//ˈbiː//ˈsiː//ˈdiː//ˈiː//ˈεf//ˈdʒiː//ˈeɪtʃ//ˈaɪ//ˈdʒeɪ//ˈkeɪ//ˈεɫ//ˈεm/
NOPQRSTUVWXYZ
nomeenopeecuearessteeuveedouble-uexwyezee (EUA) ou zed (R.U.)
pronúncia (IPA)/ˈɛn//ˈoʊ//ˈpiː//ˈkjuː//ˈɑr//ˈɛs//ˈtiː//ˈjuː//ˈviː//ˈdʌbəɫjuː//ˈɛks//ˈwaɪ//ˈziː/ ou /ˈzed/

Fonologia

Vogais

AFIDescriçãoexemplo
monotongos
i/iːalta, anterior, não-arredondadabead
ɪmédia alta, central anterior, não-arredondadabid
ɛmédia baixa, anterior, não-arredondadabed
æmédia baixa, anterior, não-arredondadabad
ɒbaixa, posterior, arredondadabox
ɔ/ɑmédia baixa, posterior, arredondadapawed
ɑ/ɑːbaixa, posterior, não-arredondadabra
ʊmédia alta, central posteriorgood
u/uːalta, posterior, arredondadabooed
ʌ/ɐ/ɘmédia baixa, posterior, não-arredondada; média baixa, centralbud
ɜː ou
ɝ
média baixa, central, não-arredondada ou
retroflexa
bird
əmédia baixa, posterior, não-arredondadaRosa's
ɨalta, central, não-arredondadaroses
Ditongos
e(ɪ)/eɪmédia alta, anterior, não-arredondada
alta, anterior não-arredondada
bayed
o(ʊ)/əʊmédia alta, posterior, arredondada
média alta, central posterior
bode
baixa, anterior, não-arredondada
média alta, central anterior, não-arredondada
cry
baixa, anterior, não-arredondada
média alta, central posterior
bough
ɔɪmédia baixa, posterior, arredondada
alta, anterior, não-arredondada
boy
ʊɚ/ʊəmédia alta, central posterior
média baixa, posterior, não arredondada
boor
ɛɚ/ɛə/eɚmédia baixa, anterior, não-arredondada
média baixa, posterior, não arredondada
fair


Notas

 O inglês norte-americano não tem este som; palavras com este som são pronunciadas com /ɑ/ ou /ɔ/
 Alguns dialetos norte americanos não têm esta vogal
 A letra U pode representar tanto /u/ quanto /ju/. Na pronúncia inglesa, se /ju/ ocorrem após /t/, /d/, /s/ ou /z/, isso normalmente provoca palatização e tais consoantes tornam-se, respectivamente, /ʨ/, /ʥ/, /ɕ/ e /ʑ/, como em tune, during, sugar, e azure. No inglês norte-americano, a palatização não acontece normalmente, a não se que /ju/ seja seguido de r, resultando que /(t, d,s, z) jur/ tornem-se, respectivamente, /tʃɚ/, /dʒɚ/, /ʃɚ/ and /ʒɚ/, como em nature, verdure, sure, e treasure
 A variante norte-americana deste som é uma vogal matizada de r
 Muitos falantes do inglês norte-americano não distinguem entre estas duas vogais átonas. Pronunciam roses e Rosa's do mesmo jeito e o símbolo usado é este: /ə/
 Este som é comumente transcrito /i/ ou /ɪ/
 Os ditongos /eɪ/ e /oʊ/ são monotongalizados por muitos falantes do inglês padrão norte-americano, respectivamente, em: /eː/ e /oː/
 Este som apenas aparece em sotaques em que não há vogais matizadas de r. Em alguns sotaques, este som seria /ʊə/, /ɔ:/
 Este som apenas aparece em sotaques em que não há vogais matizadas de r. Em alguns sotaques, o /ə/ é suprimido, ficando uma vogal longa /ɛ:/

Consoantes

Este é o sistema de consoantes da língua inglesa, transcritos com os símbolos do Alfabeto Fonético Internacional (AFI).

 BilabiaisLabio-
dentais
DentaisAlveolaresPalato-
alveolares
PalataisVelaresLabio-
velares
Glotal
Nasaism  n  ŋ 
Plosivasp  b  t  d  k  ɡ 
Africadas    tʃ  dʒ   
Fricativas f  vθ  ðs  zʃ  ʒçxh
Vibrante simples   ɾ    
Aproximantes   ɹ j ʍ  w 
Lateral   l    
Notas

 A nasal velar [ŋ] é um alofone de /n/ em alguns sotaques do norte da Grã-bretanha, aparecendo apenas antes de /k/ e /g/. Em todos os outros dialetos, é um fonema separado, embora apareça apenas em fim de sílaba.
 Os sons /ʃ/, /ʒ/, e /ɹ/ são labializados em alguns dialetos. A labialização nunca é contrastiva na posição inicial e, consequentemente, não é transcrita. A maioria dos falantes do inglês estadunidense e canadense pronuncia "r" (sempre rotizado) como /ɻ/, enquanto que o mesmo é pronunciado no inglês escocês e outros dialetos como vibrante múltipla alveolar.
 Em alguns dialetos, como o cockney, as interdentais /θ/ e /ð/ são usualmente misturadas com /f/ e /v/, e em outros, como o inglês vernáculo afro-americano, /ð/ é misturado com a dental /d/. Em algumas variedades irlandesas, /θ/ e /ð/ tornam-se as plosivas dentais correspondentes, que então contrastam com as plosivas alveolares.
 A fricativa palatal surda /ç/ é, na maioria dos sotaques, apenas um alofone de /h/ antes de /j/; por exemplo human /çjuːmən/. Contudo, em alguns sotaques (veja isto), o /j/ desaparece, mas a consoante inicial é a mesma.
 A fricativa velar surda /x/ é usada por falantes escoceses e galeses em palavras como loch /lɒx/ ou por alguns falantes em palavras emprestadas do alemão ou hebraico, como Bach /bax/ ou Chanukah /xanuka/. /x/ também ocorre no inglês sul-africano. Em alguns dialetos como o scouse (de Liverpool) tanto [x] quanto a africada [kx] podem ser usadas como alofones de /k/ em palavras como docker [dɒkxə]. A maioria dos falantes nativos tem grande dificuldade para pronunciar esse fonema corretamente quando aprendem outras línguas. A maioria usa os sons [k] e [h] no lugar.
 A vibrante simples alveolar [ɾ] é um alofone de /t/ e /d/ em sílabas átonas no inglês estadunidense, no canadense e no australiano. Esse é o som das letras tt e dd nas palavras latter e ladder, que são homófonas para muitos falantes do inglês na América do Norte. Em alguns sotaques, como o inglês escocês e o indiano, ele substitui /ɹ/. É o mesmo som representado por um r simples do português.
 O w surdo [ʍ] é encontrado no inglês da Escócia e da Irlanda e em algumas variedades da Nova Zelândia, dos Estados Unidos e da Inglaterra. Na maioria dos outros dialetos, ele é misturado com /w/, e, em alguns dialetos escoceses, com /f/.
Gramática
A língua inglesa possui um sistema de inflexão muito simples, se comparado com a maioria das línguas indo-europeias. Não tem gênero gramatical, pois os adjetivos são invariáveis. Há entretanto, resquícios de flexão casual (o genitivo saxônico e pronomes oblíquos).

Os verbos regulares têm apenas 6 formas distintas, duas das quais não se usam mais.

Ex: love (forma básica), lovest (2ª pessoa singular do presente do indicativo ativo - obsoleta), loves ou loveth (3ª pessoa singular do presente do indicativo ativo - a segunda é obsoleta), loved (particípio passado e todas as pessoas menos a segunda singular do pretérito simples ativo), lovedst (2ª pessoa singular do pretérito simples ativo - obsoleta) e loving (particípio presente e gerúndio).
Não há formas passivas sintéticas, mas apenas três modos: indicativo, imperativo e subjuntivo, este raramente usado.

Outros artigos sobre gramática da língua inglesa
Phrasal Verbs
Verbos preposicionais
Caso genitivo
Vocabulário

Cores (colors)
preto - black
branco - white
cinza / cinzento - gray / grey
vermelho - red
verde - green
azul - blue
amarelo - yellow
laranja - orange
marrom / castanho - brown
bege - beige
lilás - lilac
roxo / púrpura - purple
cor-de-rosa - pink

Numerais em inglês

Portuguêszeroumdoistrêsquatrocincoseisseteoitonovedez
Inglêszeroonetwothreefourfivesixseveneightnineten
pronúncia (IPA)/ziːroʊ//wʌn//tiu//θriː//fɔr//faɪv//sɪks//sɛvən//eɪt//naɪn//tɛn/



De 11 a 20:

onze - eleven
doze - twelve
treze - thirteen
quatorze - fourteen
quinze - fifteen
dezesseis - sixteen
dezessete - seventeen
dezoito - eighteen
dezenove - nineteen
vinte - twenty
As dezenas são sempre terminadas com "ty" (Exemplo: twenty (20), thirty (30), forty (40), fifty (50), etc). As centenas são escritas na forma "NÚMERO hundred". Por exemplo:

cem - one hundred
duzentos - two hundred
trezentos - three hundred
Os milhares funcionam do mesmo modo que as centenas, apenas trocando "hundred" por "thousand". Por exemplo:

mil - one thousand
dois mil - two thousand
três mil - three thousand
Para escrever a casa dos milhões, devemos utilizar a palavra "million":

1 milhão - one million
2 milhões - two million
3 milhões - three million
Diferentemente do português, o inglês pode utilizar simples multiplicações para se referir a algum número, assim como entendemos facilmente que "cinco dezenas" equivalem à cinquenta, no inglês o número "mil e novecentos" (1900) pode assumir duas formas: "one thousand nine hundred"; "nineteen hundred". Seria basicamente "dezenove centenas".

Origem
Palavras de origem francesa

Devido à afluência das palavras de origem francesa a partir da invasão normanda em 1066, há em inglês pares de palavras usadas em contextos específicos e que correspondem a uma só nas línguas faladas em áreas próximas da Inglaterra. Notadamente, há, em inglês, uma palavra para designar o animal vivo (normalmente de origem anglo-saxã) e uma para a carne dele (normalmente, de origem francesa). Exemplo: ox (do anglo-saxão oxa), para designar o boi, e beef (do francês boef ou buef), para a carne de boi. Um outro exemplo é para festa de casamento e a instituição. A festa tem o nome de wedding, enquanto a instituição, marriage, que vem do francês marriage.

Outros exemplos de palavras de origem francesa:

résumé - curriculum vitae
royal - referente à realeza
hors d'oeuvres - aperitivos
arrive - do francês ariver, chegar
sublime - do francês sublime
challenge - do antigo francês chalengier, desafiar
toilet - do francês toilette, banheiro
fiancé/fiancée - noivo/noiva
language - do antigo francês langage
café - o estabelecimento, não a bebida

Ver também

História da língua inglesa
Literatura inglesa
Língua inglesa antiga
Língua inglesa média
Língua inglesa sul-africana
Lista de línguas por total de falantes
Índice de Proficiência em Inglês da EF

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