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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Novo aparelho celular poderá ser recarregado a partir de gritos dos usuários

 A equipe usou as principais propriedades do óxido de zinco, um material que, quando esmagado ou esticado, cria uma tensão convertendo a energia do movimento em energia elétrica, na forma de nanorods.
Os nanorods podem ser revestidos em várias superfícies em diferentes locais, tornando a colheita de energia versátil.

 Os nanorods respondem a vibrações e movimentos criados pelo som cotidiano, como nossas vozes. 
Os contatos elétricos em ambos os lados das hastes são usados ​​para colher a tensão para carregar um telefone.
Para possibilitar a produção destes nanogeneradores em escala, os cientistas encontraram maneiras inovadoras de reduzir os custos no processo de produção.
Em primeiro lugar, eles desenvolveram um processo pelo qual poderiam pulverizar os produtos químicos nanorod - quase como os grafites nanorod - para cobrir uma folha de plástico em uma camada de óxido de zinco.
Quando colocados em uma mistura de produtos químicos e aquecidos a apenas 90 ° C, os nanorods cresceram em toda a superfície da folha.
Em segundo lugar, o ouro é tradicionalmente usado como contato elétrico, mas a equipe conseguiu produzir um método de usar papel alumínio barato e alegre.
O dispositivo final é do mesmo tamanho que um Nokia Lumia 925 e gera cinco volts, o que é suficiente para carregar um telefone.
"Ser capaz de manter os dispositivos móveis funcionando por mais tempo, ou acabar com as baterias completamente, tocando na energia perdida que está ao nosso redor é um conceito emocionante", disse o Dr. Joe Briscoe da QMUL.
"Esperamos que a tecnologia seja mais próxima da viabilidade".


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